domingo, 8 de novembro de 2009

Uma pequena história.

"Um viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo.



Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.



Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.


Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem. Então o barqueiro disse ao viajante: Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!"

O que foi que o mendingo DISSE ????

Estava triste, desmotivado. Sua mulher havia deixado de amá-lo.


Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo.

Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.


Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor.

Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no banco de uma praça, de cabeça baixa.

Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo.

Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.

Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas.

Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.

Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa, tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado.

Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava, se mostrou levemente curiosa com a sua nova atitude. Voltou à noite, bem tarde.

No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar.

Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna.

Dormiu com excelente disposição. O dia seguinte foi igual, talvez melhor.

Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam.

Parecia ter perdido a tristeza.

Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.

Continuou a ser gentil com a mulher, mas nunca mais lhe pediu desculpas ou explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele.

Passaram-se semanas.

A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.

A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas.

Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como pessoa e como pai.

Agora, os amigos o procuravam.

Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.

Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo.

Pude reconhecê-lo imediatamente. Sem vacilar, sentei-me a seu lado.

Apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido.

Sorrindo, o mendigo me respondeu: "Ah, lembro... Não dei grande conselho.

Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor.

Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".

E sorrindo, acrescentou: "O dinheiro, a gente ganha; o amor se conquista ".

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

NINGUEM É DONO

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.



Somos livres e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.



A razão de ser da sua vida é você mesmo.


A sua paz interior deve ser a sua meta


quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe dentro de você.


Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe.


Não tenha um objetivo longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje.


Se está desesperado devido a problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque no seu interior a resposta para se acalmar, você é reflexo do que pensa diariamente.


Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre.


sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.


Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer... hoje!

O Velho Sábio


Conta a lenda, que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre. E o velho não poupou insultos.

Chegou até a jogar algumas pedras em direção ao
sábio, cuspiu e gritou todos os tipos de ofensas.Durante horas, ele fez tudo para provocá-lo, mas o sábio permaneceu impassível!

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem
se deu por vencido e foi embora.Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

Aí o mestre perguntou:

"Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?".



"A quem tentou entregá-lo", respondeu um dos discípulos.


O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava!
A sua paz interior depende, exclusivamente de você.
Ninguém pode lhe tirar a calma.
Só se você permitir.

Ser Feliz.

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. e você pode evitar que ela vá à falência.




Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.


Ser feliz é encontrar , esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.


Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. não é apenas comemorar o Sucesso, mas aprender lições nos fracassos.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.


Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.


Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. é saber falar de si mesmo. é ter coragem para ouvir um "não". é ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. é ter maturidade para falar "eu errei". é ter ousadia para dizer "me perdoe". é ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". é ter capacidade de dizer "eu te amo".


Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... e, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.


Jamais desista de si mesmo.jamais desista das pessoas que você ama. jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo fantástico

SER FELIZ OU INFELIZ ?


Um senhor estava completando cem anos de idade e perguntaram-lhe, no dia do aniversário, como ele conseguia estar sempre feliz? Ele respondeu: toda manhã, quando levanto, posso escolher se serei feliz ou infeliz e eu escolho ser feliz! Por que continuamos escolhendo a infelicidade?


Porque nunca estamos conscientes de que somos nós que fazemos essa escolha.


Esse é um problema humano que tem que ser profundamente analisado. Não é uma questão teórica; esse problema diz respeito a todos nós?


É assim que quase todo mundo está agindo: sempre escolhendo o errado. Sempre escolhendo a tristeza, a depressão, o mal-estar, a miséria.


Deve haver razões profundas para isso... E há!


A primeira coisa a ser considerada é o modo como os seres humanos são criados.


Desde o nascimento, uma criança perceptiva começa a sentir que, se ela está infeliz, ela provoca simpatia, ela provoca compaixão, todo mundo tenta ser amável, enfim, ela ganha amor. E até mais do que isso: se ela está mal, com algum tipo de sofrimento, ela ganha atenção de todo mundo.


E a atenção funciona como um alimento para o ego. É com a atenção que nós ganhamos energia e nós sentimos que somos alguém. Se todos nos olham, nós nos tornamos importantes. O ego surge no relacionamento.


Desde o nascimento, a criança aprende: pareça miserável e assim obterá simpatia; pareça doente e você merecerá atenção, ou seja, você se tornará importante.


Quando a criança está feliz, ninguém a ouve...


Quando está saudável, ninguém se importa com ela...


Quando está bem, ninguém lhe dá atenção...


Por que haveriam de se importar com ela? Tudo vai bem!


E ainda tem mais: se ela estiver saudável e começar a agitar, a se expressar, é bem provável que logo receba uma repreensão, o que há de abatê-la e se aprofundar em sua consciência.


Assim, desde o nascimento, aprenderá a escolher o errado, ou seja, escolher a tristeza, o pessimismo, o lado mais escuro da vida humana.


Outro fato relacionado a este é que sempre que nós estamos felizes, sempre que estamos alegres, todo mundo nos inveja.


Assim, nós aprendemos a não ficar felizes, a não demonstrar nossa felicidade, a não rir. Quando as pessoas riem, em geral, elas não dão gargalhadas; elas riem até um certo ponto: até o ponto em que não serão levadas a mal, até o ponto em que não provoquem inveja.


Nesta sociedade, se alguém estiver dançando, em êxtase, no meio da rua, no trabalho, todos jurarão que é um louco.


Se alguém se sentir mal, tímido, inseguro, bloqueado, então tudo está bem, ele está mais ou menos ajustado, mais ou menos igual a todo mundo, porque a sociedade é assim mesmo: mais ou menos miserável!...


Mas o velho de cem anos tinha razão. Na verdade, pela manhã, todo mundo pode escolher. E não apenas ao amanhecer, a todo o momento podemos fazer uma escolha entre sermos felizes ou infelizes. E estamos habituados a escolher a infelicidade.


A sociedade fez uma grande obra. A educação, a cultura e os agentes culturais - pais, professores, etc. - transformaram criaturas alegres em criaturas infelizes.


Toda criança nasce como um leão, toda criança é um ser divino ao nascer, mas acaba morrendo como uma ovelha medrosa, morre como um louco.


Esta é a chave: a escolha existe, mas você se tornou inconsciente dela.


Escolheu o errado tão continuamente que fez disso um hábito e passou a escolher automaticamente.


Abra os olhos: você está escolhendo a todo o momento. Lembre-se: a escolha é sua! Essa conscientização o ajudará. E será mais fácil achar o caminho para a felicidade.


Lembre-se: A escolha é sua!!!


Não reclame; este drama é seu; ninguém mais é responsável: só você!


Osho Rajneesh
Da obra: "Meu caminho, o caminho das nuvens brancas"

domingo, 18 de outubro de 2009

O que você aprendeu hoje ?


Então diga a si mesmo: 'Quero vencer!'.


Acredite em si mesmo. Fazer o melhor só depende de você.


Defina seu objetivo. Saiba o que é importante.


Planeje-se. Não dependa do acaso. O que você vai fazer amanhã?


Tenha persistência em alcançar seus objetivos.


Pense, raciocine, analise, exercite sua criatividade e seu espírito crítico.


Conheça suas limitações. Supere-as.


Seja FELIZ. Faça o que você gosta.


Sinta-se bem.


E aproveite a vida!