Não desanimes
Persiste mais um tanto.
Não cultives o pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.
Esquece as sugestões do medo destrutivo.
Segue adiante, mesmo varando a sombra dos próprios erros.
Avança ainda que seja pôr entre lágrimas.
Trabalha constantemente.
Edifica sempre.
Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração.
Não te impressiones à dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual é construção para
o dia a dia.
Não desistas da paciência.
Não creias em realização sem esforço.
Silêncio para a injúria.
Olvido para o mal.
Perdão às ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.
Não permitas que os irmãos desequilibrados
te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menosprezes o dever que a consciência te impõe.
Se te enganaste em algum trecho do caminho,
reajusta a própria visão e procura o rumo certo.
Não contes vantagens nem fracassos.
Estuda buscando aprender.
Não se voltes contra ninguém.
Não dramatizes provações ou problemas.
Conserva o hábito da oração
para que se te faça luz na vida íntima.
Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho que Deus te confiou.
Ama sempre, fazendo pelos outros o melhor que possas realizar.
Age auxiliando.
Serve sem apego.
E assim vencerás
Mensagem de Emmanuel psicografada por Chico Xavier
Vale a pena ...começar e prosseguir. Pois a cada manhã a vida renasce em nós trazendo novas emoções, surpresas, alegrias e até lágrimas. Portanto, onde estivermos, atendamos com diligência e nobreza à missão que a vida nos oferece. Lembramos que as horas são as mesmas para todos e de que o tempo é nosso silencioso e inflexível julgador. Ontem, hoje e amanhã são três fases do caminho único. Todo dia é ocasião de semear e colher. abraço fraterno, Simone Borba®
sábado, 21 de novembro de 2009
A Resposta Certa
Recorda que todos os desafios do mal devem encontrar no campo de nossas almas a resposta em Jesus:
Para o sarcasmo é caridade em forma de silêncio.
Para a calúnia, a resposta é caridade em forma de perdão.
Para o egoísmo, a resposta é caridade em forma de renúncia.
Para o fanatismo, a resposta é caridade em forma de tolerância.
Para a ingratidão, a resposta é caridade em forma de esquecimento.
Para a preguiça, a resposta é caridade em forma de trabalho.
Para a tentação, a resposta é caridade em forma de resistência.
Para a ignorância, a resposta é caridade em forma de educação.
Para a violência, a resposta é caridade em forma de brandura.
Para o crime, a resposta é caridade em forma de socorro às vítimas da delinqüência.
Para as trevas, a resposta é caridade em forma de luz.
Para todas as atividades inferiores, a resposta é caridade em auxílio à criação do melhor.
Em qualquer problema no caminho da vida, a resposta cristã será sempre desfazer a força do mal pela força do bem.
Emmanuel
Para o sarcasmo é caridade em forma de silêncio.
Para a calúnia, a resposta é caridade em forma de perdão.
Para o egoísmo, a resposta é caridade em forma de renúncia.
Para o fanatismo, a resposta é caridade em forma de tolerância.
Para a ingratidão, a resposta é caridade em forma de esquecimento.
Para a preguiça, a resposta é caridade em forma de trabalho.
Para a tentação, a resposta é caridade em forma de resistência.
Para a ignorância, a resposta é caridade em forma de educação.
Para a violência, a resposta é caridade em forma de brandura.
Para o crime, a resposta é caridade em forma de socorro às vítimas da delinqüência.
Para as trevas, a resposta é caridade em forma de luz.
Para todas as atividades inferiores, a resposta é caridade em auxílio à criação do melhor.
Em qualquer problema no caminho da vida, a resposta cristã será sempre desfazer a força do mal pela força do bem.
Emmanuel
A felicidade consiste em três coisas simples:
A felicidade consiste em três coisas simples:
1. transformar problemas em oportunidades de aprendizado.
2. ser brando e resignado sem se sentir fraco ou fracassado (pois ter razão não é aval para irritação e querer tudo do nosso jeito nem sempre é possível, necessário ou inteligente).
3. quando nada mais tiver jeito o perdão resolve tudo.
1. transformar problemas em oportunidades de aprendizado.
2. ser brando e resignado sem se sentir fraco ou fracassado (pois ter razão não é aval para irritação e querer tudo do nosso jeito nem sempre é possível, necessário ou inteligente).
3. quando nada mais tiver jeito o perdão resolve tudo.
A Madre Tereza disse...
Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta, interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora
para outra.
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje, pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você mesmo.
Perceba que, no final das contas, é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e as outras pessoas! (Madre Teresa de Calcutá)
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta, interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora
para outra.
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje, pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você mesmo.
Perceba que, no final das contas, é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e as outras pessoas! (Madre Teresa de Calcutá)
O que faz a mente com você.
Um pensamento atraí sempre outro da mesma classe. Está sempre de acordo com a Lei que afirma que semelhante atraí semelhante. Se mantivermos fixa em nossa mente uma idéia qualquer, como por exemplo a idéia de saúde, atrairemos, cada vez mais, em maior número, elementos-idéias de saúde. Se mantivermos na mente a idéia de força, energia, os elementos-idéias nos proporcionarão energia e força. Em suma, idéia de sucesso produz sucesso, idéia de felicidade produz felicidade, e assim por diante.
Para obtermos as dádivas que desejamos, temos que estar bem confiantes e bem determinados. Temos que nos manter serenos, pacíficos, e construir as imagens em nossa mente, do que aspiramos. Essas imagens devem parecer tão reais como se existissem verdadeiramente. Dessa forma, a mente produzirá os elementos que darão vida realmente ao desejo e este se manifestará no mundo objetivo.
Para obtermos as dádivas que desejamos, temos que estar bem confiantes e bem determinados. Temos que nos manter serenos, pacíficos, e construir as imagens em nossa mente, do que aspiramos. Essas imagens devem parecer tão reais como se existissem verdadeiramente. Dessa forma, a mente produzirá os elementos que darão vida realmente ao desejo e este se manifestará no mundo objetivo.
domingo, 8 de novembro de 2009
Uma pequena história.
"Um viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo.
Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem. Então o barqueiro disse ao viajante: Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!"
Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem. Então o barqueiro disse ao viajante: Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!"
O que foi que o mendingo DISSE ????
Estava triste, desmotivado. Sua mulher havia deixado de amá-lo.
Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo.
Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.
Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor.
Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no banco de uma praça, de cabeça baixa.
Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo.
Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.
Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas.
Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.
Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa, tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado.
Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava, se mostrou levemente curiosa com a sua nova atitude. Voltou à noite, bem tarde.
No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar.
Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna.
Dormiu com excelente disposição. O dia seguinte foi igual, talvez melhor.
Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam.
Parecia ter perdido a tristeza.
Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.
Continuou a ser gentil com a mulher, mas nunca mais lhe pediu desculpas ou explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele.
Passaram-se semanas.
A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.
A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas.
Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como pessoa e como pai.
Agora, os amigos o procuravam.
Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.
Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo.
Pude reconhecê-lo imediatamente. Sem vacilar, sentei-me a seu lado.
Apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido.
Sorrindo, o mendigo me respondeu: "Ah, lembro... Não dei grande conselho.
Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor.
Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".
E sorrindo, acrescentou: "O dinheiro, a gente ganha; o amor se conquista ".
Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo.
Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.
Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor.
Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no banco de uma praça, de cabeça baixa.
Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo.
Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.
Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas.
Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.
Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa, tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado.
Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava, se mostrou levemente curiosa com a sua nova atitude. Voltou à noite, bem tarde.
No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar.
Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna.
Dormiu com excelente disposição. O dia seguinte foi igual, talvez melhor.
Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam.
Parecia ter perdido a tristeza.
Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.
Continuou a ser gentil com a mulher, mas nunca mais lhe pediu desculpas ou explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele.
Passaram-se semanas.
A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.
A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas.
Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como pessoa e como pai.
Agora, os amigos o procuravam.
Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.
Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo.
Pude reconhecê-lo imediatamente. Sem vacilar, sentei-me a seu lado.
Apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido.
Sorrindo, o mendigo me respondeu: "Ah, lembro... Não dei grande conselho.
Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor.
Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".
E sorrindo, acrescentou: "O dinheiro, a gente ganha; o amor se conquista ".
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